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Criada
em janeiro 2007, a BTP - Brasil Terminal Portuário
S/A tem como finalidade especifica construir e futuramente
operar instalações portuárias em
área arrendada dentro do Porto Organizado de
Santos. Sua controladora, a Europe Terminal NV, sediada
em Antuérpia, Bélgica, com mais de 20
anos de experiência em operações
portuárias, participa diretamente da implantação
e operação de terminais portuários
em países como Bélgica,Espanha, Turquia,
Itália, Rússia e França, movimentando
aproximadamente mais de 50 milhões de contêineres
por ano.
A BTP, com sede na cidade de Santos, conta com uma equipe
própria formada por experientes profissionais,
especializados nas áreas de Planejamento, Engenharia,
Meio Ambiente e Gestão Administrativa, responsáveis
pelo desenvolvimento sustentável de todas as
etapas do projeto e com o apoio de renomados consultores
em diversas áreas.
O projeto tem como premissas básicas: viabilidade
econômica; remediação da área
do antigo lixão da Alemoa-Porto, recuperando
sua vocação portuária; respeito
ao meio ambiente; segurança e eficiência
operacional; contratação de mão
de obra e serviços locais - componentes que permitirão,
através de ações coordenadas, alcançar
uma melhor produtividade.
O empreendimento da BTP será implementado em
2 fases , sendo que na 1ª fase serão movimentados
cerca de 1,1 Milhão de TEU's. Em operação
serão gerados cerca de 1.500 empregos diretos
e outros 9.000 indiretos. O investimento total no terminal,
incluindo construção, equipamentos, remediação
e estudos ambientais, será de R$ 1,6 bilhão,
tornando-o desta forma um dos mais modernos do mundo,
oferecendo serviços de padrão mundial,
aproveitando todos os fatores competitivos proporcionados
pelo Porto Organizado de Santos.
O Terminal será implantado dentro de uma área
utilizada por mais de 50 anos como descarte de resíduos
do Porto de Santos, ação responsável
pela contaminação de aproximadamente 680
mil m3 de solo, que serão devidamente tratados
e descontaminados pela BTP antes da implantação
do Terminal.
Esta ação pioneira no Brasil viabilizará
a solução de um dos maiores passivos ambientais
do Estado de São Paulo, permitindo a utilização
da área de modo a proporcionar desenvolvimento
com sustentabilidade socioeconômica e ambiental
sem procedentes no setor portuário.
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