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Brasil Terminal Portuário (BTP) foi constituída
em janeiro de 2007, com o objetivo específico
de construir e operar um novo Terminal Portuário
de contêineres e granéis líquidos
localizado na área do Porto Organizado de Santos,
ocupando uma superfície de 342.020,00 m²
(trezentos e quarenta e dois mil e vinte metros quadrados)
na área denominada "Lixão da Alemoa
- Porto".
Com sede na cidade de Santos, a BTP conta com equipe
multidisciplinar experiente e altamente motivada, especializada
nas áreas de Logística e Operação
Portuária, Engenharia, Meio Ambiente e Gestão
Administrativa, além de contar com o suporte
de renomadas empresas de consultoria.
A empresa integra a Europe Terminal NV, grupo internacional
que possui mais de 20 anos de experiência em operação
portuária, planejamento, construção
e gerenciamento de terminais, com presença em
países na Europa, Ásia, África
e nas Américas.
A BTP recebe da sua controladora o suporte técnico
e financeiro necessários à implantação
de seu terminal na área do Porto Organizado de
Santos que, com investimentos totais de R$ 1,6 bilhão
em remediação ambiental e em obras portuárias,
terá capacidade para operar 1,1 milhão
de contêineres e 1,2 milhão de toneladas
de granéis líquidos por ano, além
de gerar cerca de 3.000 empregos durante suas obras,
1.500 empregos diretos e cerca de 9.000 indiretos quando
em operação.
O Terminal, que deverá iniciar suas operações
no primeiro semestre de 2012, contará com três
berços de atracação para navios
até 9.000 TEUs. No local será também
construída área de tancagem para granéis
líquidos e pátios para armazenagem de
contêineres, além de escritórios
operacionais e demais facilidades usuais a instalações
deste porte (veja a área de projeto, neste site
em Audiência
Pública \ Figuras).
Este importante projeto, além de propiciar ao
Porto de Santos o aumento de sua capacidade de movimentação
de cargas - fundamental para a manutenção
do crescimento de nosso comércio exterior, vem
viabilizar técnica e economicamente a recuperação
ambiental da área degradada na região
da Alemoa, que por décadas recebeu os mais variados
tipos de resíduos resultantes da atividade portuária,
permitindo o seu reaproveitamento econômico e
devolvendo-a para sua vocação portuária.
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